A anemia ferropriva anemia causada pela deficiência de ferro. No organismo, existem cerca de
As necessidades diárias de ferro variam em função da idade, do sexo e do estado nutricional. Por exemplo, uma mulher grávida precisa do dobro (30 mg) da quantidade de ferro que uma mulher entre os 11 e os 50 anos.
A falta de ferro pode aumentar a absorção de outros elementos como a do magnésio e do cobalto, que conduz a toxicidade destes minerais.
Também o excesso de ferro no organismo pode conduzir a vários problemas. Quando em excesso, o ferro é armazenado no fígado, rins, coração e outros órgãos.
O organismo adulto contém de
O ferro tem um papel no transporte respiratório do oxigênio e dióxido de carbono e é uma parte ativa das enzimas envolvidas no processo de respiração celular. Também parece estar envolvido na função imune e no desempenho cognitivo. No organismo, tem dupla origem: ferro exógeno, ingerido com os alimentos, e ferro endógeno, proveniente da destruição das hemácias, que libera cerca de 27 mg do metal, em seguida reutilizado.
Deficiência e excesso de ferro podem causar:
Anemia hipocrônica, alteração da função cognitiva, parestesia, cefaléia, fadiga, redução da função leucocitária, glossite, cáries. Paladar metálico, cefaléia, convulsões, náuseas, vômito, febre, suor, hipotensão, hepatomegalia, susceptibilidade a infecções, cirrose, diabetes mellitus. É contra-indicado em doenças acumulativas de ferro (talassemia, hemossiderose, hemocromatose).
Alimentos considerados com alto teor de ferro:
Alimentos considerados com baixo teor de ferro:
Substâncias que diminuem a absorção intestinal do ferro:
Substâncias que aumentam a absorção intestinal do ferro:
Alimentos ricos em vitamina C em ordem de concentração
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